Conheça 10 mulheres brasileiras desenvolvedoras de game

Mulheres Desenvolvedoras Games cover

Quem são? Onde vivem? Só aqui no Garotas Geeks!

Segundo a Pesquisa Game Brasil 2016, que tem como objetivo traçar o perfil de comportamento, consumo e tendência dos jogadores brasileiros, o sexo feminino representa 52,6% do público que joga games no Brasil. Em 2015, essa mesma pesquisa afirmava que as mulheres representavam 47,1% do público consumidor de jogos eletrônicos.

Já na parte de desenvolvimento de games, o número de mulheres trabalhando na indústria, infelizmente, é bem menor. De acordo com a pesquisa da incubadora Labindie realizada em 2012 pela Univille, o número de desenvolvedoras brasileiras chega apenas a 10%. A pesquisa está desatualizada e esperamos que esse número tenha crescido nos últimos cinco anos, mas ainda sabemos que a proporção entre homens e mulheres neste mercado ainda é extremamente desequilibrada.

Em homenagem ao Dia Internacional da Mulher apresentamos 10 mulheres brasileiras desenvolvedoras de games. São mulheres que atuam na indústria no Brasil ou lá fora, em grandes desenvolvedoras ou estúdios indies. Infelizmente, como não cabe todo mundo em uma lista de 10 pessoas, nas menções honrosas você pode conhecer mais mulheres maravilhosas desenvolvendo jogos mundo afora.

Thais Weiller

Thais Weiller

Foto: Thais Weiller

A game designer Thais Weiller é fundadora do JoyMasher e já trabalhou na Black River Studios. É responsável pela criação de jogos como Rainy DayOniken e Odallus.

Amora Bettany

Amora Bettany

Foto: Amora Bettany

Amora Bettany é artista e co-fundadora do estúdio Mini Boss. Também é responsável pelas artes de jogos como Rainy Day, TowerFall Ascension e Skytorn.

Carolina Porfírio

Carolina Porfírio

A ilustradora Carolina Porfírio além de ser responsável pelo projeto de mulheres fortes e inspiradoras, Fight Like a Girl, é responsável por desenvolver o game Exodemon através da sua empresa de games Kuupu.

Luiza McAllister

Luiza McAllister

Foto: Luiza McAllister

A nossa editora do Garotas Geeks, Luiza McAllister, fez ilustrações de games como League of Legends e Starcraft através do seu estúdio 2 Minds.

Ana Ribeiro

Ana Ribeiro

Foto: Ana Ribeiro

Ana Ribeiro é responsável pela criação do seu primeiro jogo em realidade virtual, o Pixel Ripped 1989, se tornando pioneira na área de desenvolvimento de games para VR.

Camilla Slotfeldt

Camilla Slotfeldt

Foto: Camilla Slotfeldt

Camilla Slotfeldt é a nossa eterna Garota Geek e trabalha como artista e é co-fundadora do BitCake Studio, responsável por desenvolver o jogo Holodrive.

Tamyres Iracet

Tamyres Iracet

Foto: Tamyres Iracet

Outra eterna Garota Geek é a Tamyres Iracet. Ela é a artista 3D do Bad Minions que está desenvolvendo Alkimya. Tamyres já trabalhou também na Aquiris Game Studio.

Letícia Reinaldo

Letícia Reinaldo

Foto: Alcione Ferreira/DP/D.A Press

Atualmente Letícia Reinaldo trabalha como artista 3D da Blizzard Entertainment, mais precisamente no jogo Overwatch

Juliane Andrezzo

Juliane Andrezzo

Foto: Juliane Andrezzo

Juliane Andrezzo trabalha como sound designer do game Keen do estúdio Cat Nigiri.

Camilla Avellar

Camilla Avellar

Foto: Camilla Avellar

Camilla Avellar atualmente é game designer da Supercell e já trabalhou em empresas como Wooga e Digital Chocolate.

Menções Honrosas

Alice Grosseman Mattosinho, Bruna Aurélio Tsu, Karen Teixeira, Mayara Fortin, Bettina Calmon, Mariana Boucault, Gabriela Thobias, Marina Torrecilha, Gisa Ferreira, Eliana Dib, Marcela Versiani, Amanda Sparks, Ramony Evan, Giulia Cavalcanti, Aline Cesario Matoso.

[Atualizado]

Luciana Nascimento, Sae Sawanoguchi, Pollyana Lira, Marcella Andrade, Bianca Antunes, Fernanda Gambini, Missae Garcia, Saphyra Amaro, Heloisa Yoshioka, Maíra Testa, Camila Torrano, Luisa Enomot, Érica Nogueira, Laura Sardinha, Sofia Utsch, Luiza Bragança, Mariá Scárdua, Mika Rodrigues, Nara Osga.

Links úteis:

Por que as pessoas pensam que videogame é só para meninos?

Entrevista com Ernerst Adams, fundador do IGDA, sobre feminismo nos games

Artista fala sobre a importância da representação e diversidade de personagens femininas nos games

Roteirista fala sobre a polêmica questão de como escrever personagens femininas

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Quem escreve? Rany

Graduada em Jornalismo e Jogos Digitais e pós-graduada em Mídia Digitais. Fã incondicional de As Crônicas de Gelo e Fogo, Tolkien, Fables, Tarantino, Miyazaki, Okami, Dragon Age e Mass Effect. Divido meu tempo livre com os meus vícios em séries de tv, filmes, livros e games.