Vídeo mostra breve história do Studio Ghibli

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E aquece seu coraçãozinho

O Studio Ghibli ganhou seu nome porque seu fundador (e gênio), Hayao Miyazaki, procurou na língua italiana a denominação de um deserto antigo cheio de ventos – também foi o apelido de uma aeronave na Itália. Ele queria trazer novos ares para a indústria de anime, disse em uma entrevista, e achou que era o momento certo para tentar algo corajoso.

O estúdio foi fundado em 1985, logo após o sucesso de Nausicaä (1984), que foi dirigido, ilustrado e roteirizado por Miyazaki. O sucesso da empreitada é indiscutível, já que oito de seus animes estão na lista das 15 animações de maior sucesso comercial no Japão. Muitos ganharam prêmios ao redor do mundo, e todos eles são maravilhosos (dica para você assistir).

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Assim, por conta desse #feels maravilhoso e nostálgico que os animes de Miyazaki e do Studio Ghibli causam no coraçãozinho dessa que vos posta, segue um vídeo muito fofo que mostra um pouco da história da empresa:

E se você não viu algum filme do Studio Ghibli, segue a lista de suas obras:

1986    O Castelo no Céu

1988    Túmulo dos Vagalumes

1988    Meu Vizinho Totoro

1989    O Serviço de Entregas da Kiki

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1991    Memórias de Ontem

1992    Porco Rosso – O Último Herói Romântico

1993    Eu Posso Ouvir o Oceano

1994    Pom Poko – A Grande Batalha dos Guaxinins

1995    Sussuros do Coração

1997    Princesa Mononoke

1999    Meus vizinhos: Os Yamadas

2001    A Viagem de Chihiro

2002    O Reino dos Gatos

2004    O Castelo Animado

2006    Contos de Terramar

2008    Ponyo – Uma Amizade que Veio do Mar

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2010    O Mundo dos Pequeninos

2011    Da Colina Kokuriko

2013    Vidas ao Vento

2013    O Conto da Princesa Kaguya

2014    As Memórias de Marnie

 

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Inclusive, em fevereiro de 2017, Miyazaki anunciou que vai dar um tempo na sua aposentadoria e colocar a mão na massa na produção de um novo anime. Sim, mal podemos esperar.

Quem escreve? Flávia Gasi

Flávia Gasi é doutoranda e mestre pela PUC-SP. Lançou o livro Videogames e Mitologia. Atualmente é colunista do IGN Brasil, escritora de videogames; CEO da Ni Game Content; professora; e tradutora. Defende a democratização dos consoles, direitos iguais no game e o direito de comer sucrilhos sem leite.