Dica de Game: Zelda – A Link Between Worlds

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Hoje venho recomendar a vocês o último Zelda que joguei e terminei: A Link Between Worlds. Lançado para Nintendo 3DS no ano passado (2013), este tiveram 2 coisas que me chamaram muito a atenção. Uma foi o fato de ter sido eleito um dos 3 melhores games do ano, junto com GTA V e The Last of Us. E a segunda, por trazer um mundo paralelo ao de Hyrule, com direito a uma princesa paralela também (Hilda) e tudo o mais.

meus filhotes

meus filhotes

No Japão, ele foi lançado como Kamigami no Triforce II, continuação de A Link to the Past (Kamigami no Triforce I) para Super Nintendo. Por isso, qualquer coincidência com cenários, mapas e trilha sonora não seriam por acaso!

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O primeiro Zelda que tive foi o Ocarina of Time. Sim, durante a minha infância, eu só queria saber do Mario! kkk Mas digo isto porque é o motivo do qual comparo tanto este game com ele.

O esquema de vencer mundos me lembrou o de Ocarina of Time: 3 pedras espirituais para desbloquear a Master Sword (os Pendants of Courage, Power e Wisdow), e em seguida os medalhões para chegar ao chefe final (no caso, era preciso recuperar todos os Sages capturados). Achei interessante que neste havia a possibilidade de forjar a espada mais foda ever entregando um item chamado Master Ore ao ferreiro, sendo possível fazer isso em até 2 vezes (colecionando no total 4 desse item), deixando a espada mais poderosa ainda.

level 1: cor cinza. level 2: avermelhada. level 3: amarela

level 1: cor cinza. level 2: avermelhada. level 3: amarela

A estória traz o vilão Yuga, com seu poder de transformar as pessoas em quadros. Sua clara intenção era de enquadrar todos os Sages a fim de libertar Ganon do lugar em que estava selado. E na verdade, essa é grande novidade deste game: o fato de Link poder fundir-se nas paredes. Essa skill acaba sendo desbloqueada após colecionar as 3 primeiras pedras, quando ao enfrentar Yuga pela primeira vez, ele acaba transformando Link em um quadro, que por sua vez estava equipando um item capaz de libertá-lo do feitiço.

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Não é spoil nenhum dizer que Link pode entrar nas paredes, pois na própria capa do game já mostra isso. Eu confesso que, quando começo a jogar, tento me envolver o possível para esquecer tudo o que já havia lido sobre o game e poder me surpreender mais. E as vezes, até consigo! Nesse caso, quando ele fundiu-se em uma parede, estava em busca da princesa Zelda, e acabei entrando num buraco brilhante que me fez sair em Lorule. E eu já havia me esquecido completamente que teria um outro mundo paralelo para salvar.

Esqueceu da peça principal??

Esqueceu da peça principal??

Ai a zona começou: Lorule tem tudo do avesso e tudo escuro demais. O mapa igualzinho ao de Hyrule, mas tudo feio e destruído. Onde é a Death Mountaion em Hyrule (que tem um vulcão), em Lorule está congelado. Até as pessoas eram mais grosseiras e tem um monte de ladrões! Inclusive, todo o povo de Hyrule estava na mesma localização de Lorule, mas com a personalidade invertida. Tinha muito trabalho a ser feito ali.

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O que eu acho muito divertido no game, para distrair além dos objetivos, são caçar itens perdidos pelo mapa. Por exemplo, a dona polvo Maiamai e seus fucking 100 filhinhos espalhados pelo mapa, e a cada 10 que se captura e devolve a ela, ela dá um upgrade no item que você escolher.
Tem também outras distrações para se fazer, como ir ao Death Mountain de Lorule e se enfiar na caverna onde tem a maratona de batalhas; conseguir um item para virar amigo das abelhas (SIM, TEM INFERNAIS ABELHAS que saem dos recém cortados matinhos e elas te atacam!); e vários outros como colecionar todos os bottles pra enfiar fada adoidado (que infelizmente não curam todos os corações como em Ocarina of Time, mas apenas 5 :< ) e minigames.

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Aqui deixo uma dica que fiz no game:
Assim como em Ocarina of Time, onde cada templo havia um item especial a ser encontrado e usado para finalizar aquele mundo, neste você aluga/compra os itens com o Ravio e usa no templo específico. Quando eu sabia qual ou quais itens usaria mais em algum templo, logo ia na Mamma Maiamai (que eu lia Marmelada -q) e dava upgrade neles. O poder e tempo de uso melhoravam MUITO, um dos itens que mais usei nesse game foi o cetro de fogo (Fire Rod), que após o boost, queimava pra caramba e matava bicho vários bichos! Por fim, acabei o jogo e nem deu tempo de dar upgrade em todos os itens, porque ainda falta achar um monte de filhote dessa lula-loca.

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Agora eu queria fazer uma crítica ao game: sobre o Heart Container, que ao colecionar o quarto não toca a mesma musiquinha que tocava no Ocarina of Time. :< #chatiada

Por fim, esse jogo é super envolvente e lindo, fiquei até triste em terminar. Não poderia deixar de comentar sobre a OST, algo que sempre faz o player envolver-se mais com o game, ainda mais sendo uma trilha sonora de Zelda! Como todo bom Zelda, esta também é fantástica. Deixo aqui o link com playlist para apreciarem.

chu~

Quem escreve? gabyMEW

Nintendista e fujoshi, Gaby (ou Mew, em tempos de MSN) nasceu jogando graças ao seu pai, que vendia videogames. É formada em design gráfico só porque o criador do Mario cursou e atualmente escreve sobre videogames em sua pesquisa de mestrado. Quem tiver Wii U e Smash Bros, sinta-se a vontade para adicionar meu username: gabrielly. :3 chus~