Cristina Eiko

Cristina-Eiko_Foto Rafael_Roncato

“Para mim, particularmente, o FIQ é essencial. Sem o FIQ, sem ter encontrado os autores e autoras, nacionais, internacionais, as mesas, os workshops, o contato próximo com aquelas pessoas que produzem o que eu tanto amo ler, o acolhimento e o senso de que há um lugar em que me encaixo, não haveria o Quadrinhos A2. O FIQ foi uma virada na minha vida.”

Cristina Eiko – Desenhista e quadrinhista, arte-finalista, animadora e desenhista paulistana. Formou-se em Design Digital e trabalhou com webdesign. Atuou ainda como assistente de animação nos filmes ‘Asterix e os Vikings’, ‘Segredo de Kels’ e ‘Uma História de Amor e Fúria’. Junto com Paulo Crumbim, publicou de forma independente cinco volumes de Quadrinhos A2.

Igor Marques

Igor Marques

“O FIQ é um paraíso para todo fã de quadrinhos. O espaço oferece uma grande variedade de tipos de histórias, estilos de artistas, abordagens narrativas e muito mais. Sempre foi uma grande inspiração. Se hoje dou meus primeiros passos neste mercado e me preparo para publicar meus primeiros trabalhos é porque eu pude participar de edições anteriores como um fã e me deslumbrar, conhecer meus artistas de perto, trocar ideias. O evento é parte da minha formação como artista e precisa continuar existindo para inspirar mais e mais pessoas.”

Igor Marques – graduado em jornalismo e design gráfico. É roteirista e membro do Coletivo Carrapato Estrela, de Belo Horizonte.

Mário Cau

Mario Cau

“O FIQ foi meu primeiro grande evento de quadrinhos como autor no Brasil. Já tinha ido a outros eventos menores, e em 2008 tive a oportunidade de conhecer a San Diego Comic Con, mas era o mercado deles, não o meu.
Eu, que venho de uma cidade do interior, não tinha acesso a eventos como leitor. Quando fui pra BH, para o FIQ, pela primeira vez, era 2009 e eu já estava há dois anos publicando. Foi uma edição atípica: aconteceu no Palácio das Artes, e não na Serraria, como é de costume. Mas foi tão impactante para mim que solidificou toda minha empolgação e amor pelo quadrinho brasileiro. Eu não fazia ideia de que tinha tanta gente produzindo, tanta paixão e dedicação envolvidos. Conheci muita gente bacana, entre colegas e leitores. Fiz amigos pra vida toda. Encontrei ídolos. Meus trabalhos foram vistos, lidos.
E isso se repetia, sempre em crescente exponencial, a cada edição do FIQ. Eu também crescia, como autor, como leitor, como entusiasta. O FIQ é mais que um evento, mais que feira, mais que palestras: é uma CELEBRAÇÃO da HQ brasileira (e mundial!). E essa celebração é tão encantadora que já vi leitores e fãs que, de uma edição para outra, aparecem como autores: o FIQ é apaixonante, é um evento incrível onde o mercado de Quadrinhos se reenergiza, reconfirma e expande.
Mesmo nosso mercado forte e crescendo, ainda não estamos onde deveríamos estar. Precisamos do FIQ. Eu amo o FIQ, de coração. Estou me segurando nas últimas esperanças de que ele realmente aconteça da forma como deve e merece.”

Mário Cau – Formado em Artes Visuais é quadrinista e ilustrador. É membro do coletivo independente Quarto Mundo, participou de várias revistas e antologias, no Brasil e no exterior, como “Nanquim Descartável”, “Café Espacial”, “Quadrinhópole”, “Contos da Madrugada”, “Machado”, “Short Stack”, “Heavy Metal”, “Negative Burn”, “Layer Zero”, entre outros. Integrou o time da MSP+50. É autor das HQs autorais “Pieces”, “Morphine”, “Terapia” (com Rob Gordon e Marina Kurcis) e “Quando a Noite Fecha os Olhos” (com André Diniz).

Virgínia Fróes

Virgínia Fróes

“O FIQ é importante para mim por inúmeros motivos, tanto profissionais, como sociais. Como quadrinista e ilustradora, posso dizer que o FIQ construiu um espaço para o quadrinhos nacionais, onde podemos conhecer e nos encontrar com produtores de conteúdos de várias partes do país. Onde o leitor consegue ter acesso a novas publicações que surgem das mais diversas regiões do país, agregando novos conhecimentos e difundindo a Cultura. Como docente, o FIQ contribui no acesso das crianças as artes sequências, que são levadas em caravanas pelas escolas, criando a possibilidade de os professores fazerem atividades usando essa narrativa, que já foi mais que comprovado que auxilia de forma positiva o processo cognitivo.”

Virgínia Fróes – Graduada em Artes Visuais pela Universidade do Estado de Minas Gerais (UEMG), é ilustradora, quadrinista e professora do Estúdio Black Ink, em Belo Horizonte. Publicou de forma independente as HQs “Dinastia dos Magos” e “Lillipop”

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