[Review] Dark Souls II: Crown of the Sunken King

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O primeiro dos DLCs saiu faz mais de um mês, mas finalmente consegui pegar essa coisamaislinda em mãos para debulhar, e aqui está o review do viciante Dark Souls II: Crown of the Sunken King para vocês \o/

Desenvolvido pelo estúdio Japonês From Software e publicado pela Bandai NamcoDark Souls recebeu há pouco tempo o pacote de Conteúdo Adicional para Download (DLC) intitulado “The Lost Crowns” (As Coroas Perdidas), dividido em 3 menores expansões “Crown of the Sunken King” (Coroa do Rei Afundado, lançada 22 julho), “Crown of the Old Iron King” (Coroa do Antigo Rei de Ferro, 26 agosto) e “Crown of the Ivory King” (Coroa do Rei de Marfim, 24 setembro).

Obs: Este review está levando em consideração um prévio conhecimento do leitor sobre o jogo. É carregado de pequenos spoilers, entretanto para os bosses terá “aviso de spoiler”.

Considerado pelo público uma das franquias mais difíceis dessa geração, a série Souls (Demon e Dark) exige total concentração e pericia do jogador para ultrapassar os desafios e eliminar todos os obstáculos que ficarem em seu caminho. O DLC superou as expectativas: com 4 novas áreas, 3 bosses (sendo 1 opcional) e novas interações adicionadas, Crown of the Sunken King faz valer cada centavo pago, oferecendo boas horas de exploração e uma dificuldade digna de te deixar de levemente à muito frustrado, honrando o nome Dark Souls.

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A primeira parte da trilogia das coroas perdidas foca na solução de grandes puzzles envolvendo o cenário (palmas para o responsável pelo level design). É preciso carregar consigo alguma arma de longa distância para ocasiões específicas – isso se você deseja explorar cada canto dos cenários. As bonfires estão mais difíceis de serem achadas do que nunca: diversas paredes falsas, quedas propositais ou pulos arriscados levam ao único momento de proteção ao lado das fogueiras. Todo o ambiente é muito escuro, arquitetado em sólidos pilares em tons frios de cinzas, verdes e azuis. Em poucos momentos alguma chama aquece o ambiente, iluminando-o em tons quentes de laranjas e amarelos.

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Inimigos novos que parecem apenas variações de outros já enfrentados anteriormente se tornaram os mais fáceis de dar backstab do jogo inteiro. Surgem em pequenos grupos para emboscá-lo, sendo poucas as partes em que algum oponente estará completamente sozinho. Você se encontrará diversas vezes encurralado, portanto é importante ter em mente separar os monstros do grupo e atacá-los de dois em dois. Mais detalhes da história também são explicados, descobertos através da descrição dos itens e de novos diálogos com o Rei Vendrick a cada coroa obtida.

Como acessar:

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Só é possível chegar aos novos locais após metade do game, através de Black Gulch (Ravina Negra – o local dos infernos entupido de estátuas com veneno), logo atrás da Primal Bonfire que é encontrada ao derrotar “The Rotten“. Lá será possível interagir com a estátua de serpentes – similar a encontrada em Shrine of Winter – que irá te transportar para uma sala ampla com uma grande porta – aberta somente com o item “Dragon Talon” (Garra de Dragão, acrescentada ao seu inventário na compra do DLC) dando inicio a nova jornada. Caso você não tenha adquirido, é possível deixar seu Summon Sign aqui para ser chamado por outros jogadores e testar um pequeno pedaço do que o novo conteúdo tem a oferecer.

Shulva. The Sanctum City

Bonfires (3): Sanctum Walk; Tower of Prayer; Priestess’ Chamber

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Uma cidade piramidal em ruínas nas profundezas da caverna subterrânea esquecida pelo tempo, composta por pequenos labirintos e puzzles que envolvem todo o cenário, é um prato cheio para os exploradores de plantão. Pilares brilhantes controlam plataformas que moldam o lugar, criando caminhos que levam a diferentes locais antes não alcançáveis. Penhascos enormes envolvem toda Shulva (Chuva… ha-ha!), mantendo o jogador em estado de alerta para não cair por descuido quando passa por alguma estreita ponte ou escadaria.

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Não tendo visto nenhum vídeo ou FAQ, talvez leve um tempinho para se ligar de bater nos pilares (meu caso – atingi sem querer). É uma das áreas mais exploratórias do jogo, permitindo ao jogador fazer táticas e usar o cenário ao seu favor, podendo passar horas descobrindo o que cada “alavanca” faz ou até onde os elevadores levam. É preciso ter um pouco de cuidado antes de se jogar à la loca em qualquer lugar, pois em algumas partes não há alcance para atirar flechas em pilares, restando a você usar o item Homeward Bone, o Milagre “Homeward” ou se matar mesmo para voltar à ultima fogueira na qual descansou.

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Inimigos variam entre soldados mortos-vivos armadurados usando clava, espada, arco e flecha ou lança; tipos de tartarugas rastejantes com cascos carregando pedras que atiram poison para todos os lados e insetos vermelhos que expelem gás corrosivo, deteriorando rapidamente os equipamentos. É bom carregar consigo um bom número de Poison Moss, para não ter que se preocupar em ficar recuperando a vida caso fique intoxicado. As “tartarugas” não podem ser derrotadas por ataques normais: é preciso usar seu escudo para matá-las, e caso você não carregue nenhum, ignore e passe correndo por eles. Os inimigos em sua grande maioria tem o mesmo padrão de ataque, extremamente fáceis de prever e dar backstab.

Ainda em Shulva há uma arvore bizarra com olhos escondida em uma sala secreta, que se for atacada com um chicotinho (o “Notched Whip”) encontrado próximo a essa estranha criatura, ela irá recuperar todos seus equipamentos, até os quebrados… WTF!

Dengosa e masoquista

Dengosa e masoquista

 

Cave of the Dead (Opcional)

Bonfires (0): Não há

NPCs invocáveis: Rapacious Andrei; Ruined Aflis

Cave of the Dead é uma área opcional a ser descoberta logo subindo por uma escada na parede da primeira sala à esquerda em Dragon’s Sanctum (logo ao entrar), mas é preciso ter a chave “Eternal Sanctum Key” para abri-la, ou seja, volte aqui mais tarde! Se conecta diretamente com Shulva e é aqui que fica a terceira bonfire da cidade santuária. No caminho para Cave of the Dead, o Dark Spirit Rockshield Baldyr, um lanceiro incrivelmente fácil e fraco irá invadir. Ele realmente não oferece dificuldade alguma, e se assemelha com os soldados comuns enfrentados.

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O local é uma caverna pequena, com diversos buracos sem volta no chão. Uma vez decidido seguir em frente, não haverá mais bonfires. É iluminada por tochas e entupida de estátuas que petrificam e podem acabar matando até os mais cuidadosos (Black Gulch outra vez). Por ser uma continuação direta e alternativa de Shulva, os inimigos permanecem os mesmos, trocando o veneno das “tartarugas” por petrificação, o que é bem pior. Você pode fazer summon de dois NPCs (ambos magos) logo no inicio da nova área, mas não é aconselhado, pois eles irão tirar a graça da dificuldade. É para cá que as pessoas que não possuem o DLC e deixam seu Summon Sign lá no inicio no chão são transportadas.

 

Boss Fight

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“Afflicted Graverobber”, “Ancient Soldier Varg” e “Cerah the Old Explorer”

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O trio mini boss que ataca em conjunto ao fim de Cave of the Dead é formado por força (armadura e escudo de Havel e martelo “Dragon Tooth”), agilidade (set leve “Alva” com duas “Berserker Blades”) e ataque à distância (Leather set com máscara da Lucatiel, Arco “Dragonslayer Greatbow” e uma florete para perto). Se você estiver sozinho contra eles, essa luta poderá ser bastante divertida, porém se optou por levar junto algum outro player ou NPC, não espere um embate difícil.

 

Dragon’s Sanctum

Bonfires (3): Hidden Sanctum Chamber; Lair of the Imperfect; Sanctum Interior

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O maior dos novos locais do DLC, dividido em três grandes áreas com inimigos específicos para cada uma, é preciso utilizar uma abordagem diferente a cada novo obstáculo de Dragon’s Sanctum. A primeira parte é formada por um santuário subterrâneo recheado de armadilhas constantes, buracos no caminho e botões por todos os cantos, abrindo passagens secretas, ativando dispositivos circulares que giram e formam portas ou desativando espinhos que cobrem o chão.

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Os inimigos do inicio consistem em magas da escuridão, guardiões fantasmas aparentemente invencíveis (ataques fazem pouquíssimo efeito) empunhando duas espadas, e os mesmos inimigos de Shulva (insetos e soldados com veneno adicionado aos ataques). De jeito nenhum é uma boa ideia correr em frente passando reto pelos oponentes, pois há diversos becos sem saída que custarão sua vida. Observando com calma, nota-se que há caixões ou estátuas fúnebres que emitem brilho espalhados pelo cenário – os destruindo é possível atacar normalmente os cavaleiros fantasmas, que se tornam mortais e vulneráveis.

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Ao chegar perto da segunda parte, o Dark Spirit de Jester Thomas (o mesmo que ajudava contra a Medusa “Mytha, the Baneful Queen”) irá invadir seu mundo. Ele é um Pyromancer filho de uma égua e dependendo do build de seu personagem, essa luta pode ser UM INFERNO. No meu caso – sou “tanker” ágil (comoassim?) e fraca a fogo – foi. O “bobo da corte” utiliza diversos ataques de fogo em área, além de bolas de longo alcance e uma agilidade absurda, difícil de se aproximar.

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A partir daqui a coisa começa a ficar desgracilda. Após derrotar o Dark Spirit, é alcançada a segunda parte de Dragon’s Sanctum – um pântano aberto e amplo habitado por criaturas bípedes enormes incrivelmente ágeis, fortes e razoavelmente difíceis de matar, tornando quase certa a morte se emboscado por dois. A dificuldade se equipara aos dos Ogros ciclopes (os grandalhões brancos gordos encontrados em vários momentos do jogo).

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O último ponto de Dragon’s Sanctum é construído no formato de torre abandonada decadente, com escadas de conexão entre os andares destruídas – o que significa uma boa descida arriscando-se nos pulos e rolinhos. Cavaleiros negros ágeis e habilidosos vagam pelos corredores guardando o local. Há uma bonfire absurdamente bem escondida em uma parede secreta, que só com mensagens sinalizando consegui notar – nível extreme de exploração.

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Dragon’s Rest

Bonfires: Sanctum Nadir

O térreo da torre marca a chegada em Dragon’s Rest, onde não há nada a ser feito, a não ser chamar NPCs ou outros players e enfrentar o chefe.

 

Boss Fight

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Boss: Elana, the Squalid Queen
NPCs invocáveis: Benhart of Jugo; Steelheart Ellie

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É basicamente uma “irmã mais nova” da Nashandra: tem sequencias de ataque semelhante, porém possui menos vida (Elana 8.200 enquanto Nashandra tem 8.770) e não usa curse – o que facilita E MUITO a luta.

Inova na variedade de elementos e invocações, se teletransportando próximo ao jogador e desferindo ataques com seu machado de longo alcance (funciona da mesma forma que a foice da final boss), combinando projéteis e tempestades de escuridão e bolas de fogo explosivas (é altamente recomendado usar algum escudo para bloquear os ataques mágicos, pois eles tiram uma quantidade considerável de vida) além de invocar grupos de esqueletos, porquinhos (sim, porquinhos cute cute) e o mais chato da batalha: “Velstadt, the Royal Aegis” o chefe enfrentado em Undead Crypt logo antes de encontrar Vendrick. O bom é que quando invocado por Elana, Velstadt permanece apenas como um cavaleiro simples bem armadurado portando uma p*** mace, sem todas aquelas magias Dark.

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Se você estiver jogando entre duas pessoas, é um pouco mais tranquilo, pois a atenção dos dois oponentes será dividida entre os players, agora se você estiver sozinho… Boa sorte.

Ela dá 54.000 souls no nível normal (sem ter usado <em>Bonfire Ascetic</em> ou virado nenhuma vez). Sua alma pode ser trocada com Orniflex (a pássaro) em Brighstone Cove Tseldora pelo Wrathful Axe (o machado que ela usa em batalha). Após enfrentá-la, a parede com figuras gravadas ao fundo irá se abrir, revelando uma passagem para o verdadeiro chefe final do DLC.

 

Boss Fight

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Boss: Sinh, The Slumbering Dragon
NPCs invocáveis: Transcendent Edde; Abbess Feeva
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Um dos boss mais difíceis do jogo, exigindo total costume com os controles e destreza para esquivar-se rapidamente. Comparado ao Ancient Dragon (de Dragon Shrine que dá o “Ashen Mist Heart”), ele é consideravelmente mais fácil, tendo quase metade de sua vida (19.840 contra aproximadamente 10.000) e dispõe da quantidade razoável de 96.000 souls. Possui um ponto fraco logo acima da pata esquerda (direita para quem o vê de frente) – um tipo de espinho brilhante que na verdade é a lança de Yorgh atravessada em seu corpo (fragmentos da história que podem ser descobertos após trocar a alma do dragão com Orniflex em Brighstone Cove Tseldora por Yorgh Spear).

DarkSoulsII_CrownOfTheSunkenKing-21Baforadas e bolas de fogo terrestres e aéreas, rasantes, mordidas, cabeçadas, pisadas e rabadas compõem os padrões de ataque da criatura, combinando o elemento de fogo com veneno que gera trabalho dobrado na hora de se curar dos status negativos. Sabendo disso, é bom preparar alguns “Poison Moss” equipados para quebrar o galho rapidamente. O escudo de “Gyrm” anula as rajadas de fogo, mas para qualquer ataque físico ele não é a melhor opção.

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Os NPCs são pouco úteis na luta contra Sinh, servindo apenas como distração. É indicado ir com algum amigo/outro jogador, mas caso você queira um bom desafio vá sozinho: certamente perderá o fôlego tendo em mente que qualquer golpe poderá significar sua morte. Será um pega-pega intenso entre você e o boss, devido a preferência do dragão em voltar para o ar e atravessar o local em rasantes. É possível cortar seu rabo, porém não há nenhum tipo de recompensa para ele (aaaaah…). Serve mais para não atrapalhar ou te dar muito dano durante a batalha do que qualquer outra coisa.

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Por sorte, há uma bonfire no cômodo anterior ao Sinh, tornando rápidas as tentativas. Após matá-lo, suas recompensas serão a alma do dragão e a tão almejada Crown of the Sunken King, equipamento que aumenta + 1 STR, DEX, INT, END, e FTH e diminui em – 1 VGR e VIT. Não é lá grande coisa, mas é muito massa sair viajando pelo game usando ela se sentindo importante hahahaha

Eu usando a coroa porque sim #feliz

Eu usando a coroa porque sim #feliz

Com a coroa equipada, você pode voltar até o “Memory of the King” e novos diálogos serão habilitados. Os upgrades dela são com a pedra Twinkling Titanite também (como a maioria dos itens raros).

 

Memory of the King

Ligadas ao DLC, foram adicionadas “as memórias do Rei Vendrick”, localizada em “Undead Crypt” (Cripta dos mortos-vivos), através do teleporte mais próximo “Undead Ditch”. Onde o Rei perambula(va?) em círculos, estão largadas em um canto suas roupas e armaduras, emanando agora um brilho igual ao das memórias dos gigantes (Jeigh, Orro e Vammar). Você deve ter o item “Ashen Mist Heart” em seu inventário para poder interagir com as indumentárias. Não é preciso ter matado Vendrick se você o ignorou, porém quando atacado ele não permitirá seu transporte para as memórias até que o mate.

Nota: King Vendrick é gigante também

Nota: King Vendrick é gigante também

Em suas memórias ele encontra-se aparentemente saudável e vivo, sentado sozinho virado para a parede. Irá iniciar um diálogo quando acionado, contando um pouco sobre sua história e explicando sobre a força dos senhores do passados contida nas coroas e que, caso deseje respostas, o player deverá reunir todas as três. Se a do Rei Afundado estiver equipada, a conversa se torna um pouco mais longa, com algumas frases novas.

Como Vendrick também usa uma coroa, espero que após reunir as outras três batalhemos na luta mais épica e difícil de todas mwahahaha!

 

Conclusão

É importante deixar claro que neste Review foi testada a versão do PS3, game no normal mode (sem usar “Bonfire Ascetic”) e na primeira virada, jogando com os seguintes status e equips (com uns 10 lvl a menos):

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Deu para ir tranquilo sem a necessidade de treinar, só na tentativa e erro.

Zerar pela primeira vez levou em torno de 12 horas satisfatórias explorando todos os novos ambientes e descobrindo com calma seus segredos. Para os jogadores mais diretos, acredito que seja possível completar o trajeto em aproximadamente 4 horas (já bem evoluídos). Agora, se você buscar se entreter um pouco mais, deixe seu Summon Sign para ser chamado por outros players, vai aumentar em muitas horas a jogada.

O DLC separado custa em torno de R$ 20 ou o pacote com os três conteúdos (season pass através de código online) por aproximadamente R$ 45, disponível através da Amazon ou para PC (Steam), PS3 (PSN) e XBOX 360 (XBOX Store). Vale a pena demais só para saciar um pouquinho da fissura de jogar algo novo em Dark Souls.

E aí, o que acharam do Review? Sentiram falta de algum ponto ou tem criticas construtivas?  

Nas próximas semanas voltarei com o review de Crown of the Old Iron King, aguardem! 😉

Quem escreve? Bruna

Estudante de Design de games/moda/gráfico, aspirante a ilustradora nas horas vagas e artista “faz-tudo” em desenvolvimento de jogos, é louca por qualquer coisa de terror e não dispensa um bom filme trash asiático para rir. Sonysta assumida (deixando o PC muitas vezes com ciúme) e persistente como uma pedra, se negando a jogar no modo easy – quanto mais difícil o jogo, mais viciante!