Queremos!

Além da empolgação com o painel de Avatar: A Lenda de Aang na [email protected], que reuniu o criador Michael DiMartino e os roteiristas Faith Erin Hicks, F. C. Yee e Gene Luen Yang, um novo quadrinho de Avatar foi anunciado pela Dark Horse: A Academia de Dobradura de Metal de Toph Beifong, que será publicado em 16 de fevereiro de 2021!

YAY!

Não muito tempo após os participantes discutirem sua obsessão mútua com a série, foi revelado que Katara e a Prata do Pirata não seria mais a única graphic novel solo.

A obra dedicada a Toph será escrita por Faith Erin Hicks, em colaboração com o escritor da série, Tim Hedrick, e terá ilustrações de Peter Wartman e Adele Matera. A história de Toph será contada a partir dos eventos da terceira parte de The Rift, quadrinho de autoria de Gene Luen Yang, Michael Dante DiMartino e Bryan Konietzko.

Para boa parte dos fãs, essa é uma grande razão para comemoração. Toph é uma das mais marcantes e amadas personagens da franquia, com grande parte do público ansiosa para saber mais sobre sua história entre o final de A Lenda de Aang e o início de A Lenda de Korra.

O quadrinho pode trazer muitas das respostas desejadas pelos fãs, e ainda que não traga, ainda assim tem o potencial de ser incrível, afinal seu foco será a história de Toph. Tudo sobre a personagem tende a ser divertido: sua tenacidade, sua personalidade, os apelidos, a dobra de metal… Além é claro do misterioso pai de suas filhas.

A sinopse oficial vocês podem conferir a seguir:

As coisas parecem ótimas na Academia de Dobradura de Metal Beifong! Mas depois de todas aventuras que Toph teve ao lado de Aang, Sokka, Zuko e Katara, as coisas parecem muito paradas. Por sorte, Sokka e Suki vêm visitá-la e reapresentam alguns rostos familiares de seus dias como viajantes. E lá fora, pronta para comemorar, Toph descobre algo que pode trazer de volta a sua animação.

A história parece lúdica e divertida, oferecendo aos leitores uma chance de se reencontrar com alguns dos seus personagens preferidos. E também parece que a nossa bandida cega favorita vai encontrar uma nova e empolgante maneira de passar o tempo, e pelo o que conhecemos dela, certamente não é algo bobinho.

Durante o evento, Hicks mencionou que é complicado trabalhar com um número limitado de páginas, e que isso acaba impedindo sequências mais longas de batalhas. Ela queria fazer sequências de luta similares a de mangás em novels anteriores, e torcemos para que consiga dessa vez. Nos trabalhos anteriores, os escritores conseguiram trabalhar com consultores sobre artes marciais para as sequências desenhadas. Mesmo dentro do modelo de graphic novel, a série sempre conseguiu se destacar por sua autenticidade.


Fonte: The Mary Sue

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