Crítica da segunda temporada de Handmaid’s Tale

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Blessed be the fruit?

The Handmaid’s Tale é uma história sobre mulheres em uma distopia estranhamente plausível, onde os homens assumiram o controle total, com base no romance homônimo de 1985 da escritora Margaret Atwood.

Como você sabe da primeira temporada, a história se passa em um futuro próximo, as taxas de fertilidade caem em todo o mundo por conta da poluição e de doenças sexualmente transmissíveis. Para recompor a natureza e tomar conta dos corpos das mulheres férteis, surge o governo totalitário da República de Gileade, uma teonomia cristã. June, nossa protagonista, é uma dessas aias(Handmaid), que deve dar filhos a um casal de elite.

Veja aqui a crítica da segunda temporada:

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Quem escreve? Flávia Gasi

Flávia Gasi é doutoranda e mestre pela PUC-SP. Lançou o livro Videogames e Mitologia. Atualmente é colunista do IGN Brasil, escritora de videogames; CEO da Ni Game Content; professora; e tradutora. Defende a democratização dos consoles, direitos iguais no game e o direito de comer sucrilhos sem leite.